domingo, 11 de setembro de 2016

Sobre um modelo de amor ao próximo

Essa noite alguém querida para pessoas que quero bem fez aquela última viagem que a gente tanto teme (aqueeela) e sempre que essa tal dona Morte aparece eu fico pensativa. Hoje, conversando, lembrei de um bom amigo que fiz durante a faculdade, uma das melhores pessoas que tive o prazer de conhecer. Na época em que ele se foi, em janeiro de 2015, eu escrevi esse texto, talvez para tentar organizar meus pesamentos com todas aquelas emoções. Seu Mardônio, espero que esteja em paz e bem;)
Eis o texto:


"Cumpriu sua sentença. 
Encontrou-se com o 
único mal irremediável, 
aquilo que é a marca do nosso 
estranho destino sobre a terra, 
aquele fato sem explicação 
que iguala tudo o que é vivo 
num só rebanho de condenados, 
porque tudo o que é vivo, 
morre."

(Ariano Suassuna em O Auto da Compadecida)


Ontem a senhora Morte soprou aqui perto de novo. Dessa vez levou um querido amigo, que todos os dias me recepcionava com um sorriso amável, perguntando por minha Terrinha Salgada e fazendo piadas (a respeito da minha distração, principalmente). Apesar da sensação de ter sido tudo rápido demais, percebo, pensando bem, que ela já o rondava, sutilmente em suas longas vestias de cetim. Há um par de meses ele estava um pouco mais calado e ausente. Algo estava errado. Não demorou para Ela abraçá-lo e afastá-lo do nosso convívio.  Ontem ela deu-lhe o Beijo, aquele que a gente espera que não ganhemos tão cedo. O dele veio cedo demais. 
No entanto acredito (e espero profundamente) que Ela tenha sido gentil e o levado pela mão, como se leva um velho e querido amigo. Espero que ela tenha vestido sua melhor túnica, que o Beijo tenha sido suave e sua viagem tranquila para o lugar que ele merece estar. Não sei como é do outro lado, mas imagino que seja num lugar tranquilo com música boa e felicidade perto de outras boas pessoas que se foram. Ele, com toda sua gentiliza, bom coração e amor incondicional ao próximo, deve estar em um lugar assim. Se formos realmente julgados e recompensados pelo bem que fizemos em vida ele, ah, meu amigo, você deve estar bem e feliz, seja lá onde for. Apesar da tristeza que me consome ao escrever essas linhas, sinto um tantinho de alívio, por saber que seu sofrimento foi cessado, por ele está finalmente livre da doença que o limitou e o afastou de nós. Agora está em paz. Livre.
Não consigo imaginar qual será a sensação de voltar àquele lugar e não te encontrar lá com aquele sorriso, as piadas e os braços abertos perguntando como foram as férias. Não consigo imaginar ficará ali sem você. Acredito que a sensação de vazio vai tomar o recinto e todos que passam por lá(que te conheceram), vão perceber, lembrar de você e sentir sua falta. Nessa hora eu farei uma pequena oração e talvez acabe chorando.
Nosso tempo aqui é marcado com precisão e a cada tic-tac estamos mais perto do fim que pode ser daqui a cinquenta anos ou daqui a cinco minutos. Não dá pra saber quando será o último tchau ou em qual esquina vamos esbarrar com essa Senhora que nos leva sem qualquer chance de despedida. Talvez isso seja o que dói mais para quem fica.
Seu Mardônio, vá em paz e faça muitas piadas e amigos por ai. Obrigada por tudo que você fez aqui na Terra, por mim e por todo mundo ao seu redor, por seu carinho e amizade incondicional. Obrigada por ser como um pai pra tanta gente que conviveu com você. Obrigada, Deus, por nos emprestar um ser tão bom, para nos ensinar tanto a respeito da vida, do amor ao próximo, da entrega, do bem.

"Vai com os anjos vai em paz. Era assim todo dia de tarde, a descoberta da amizade. Até a próxima vez..." (Legião Urbana)


sábado, 3 de setembro de 2016

B-day Cintia!

Há um ano escrevi esse texto para uma grande amiga que foi morar muito longe.  Há mais de um ano não nos vemos mas nos falamos sempre e sinto que a amizade só cresceu. Hoje é aniversário dela e reafirmo os desejos que fiz nesse texto. Aproveite seu dia minha amiga, fique bem e venha logo nos ver.

Há exatamente uma semana te deixamos em um aeroporto, para que você fosse para longe de todos nós. Lógico que doeu, antes que você fale algo. A amizade que firmamos ao longo desses últimos anos foi/é muito forte. Não sou muito do tipo de me abrir e escancarar meus problemas e neuras, mas você me inspira confiança sabe? Sei que com você, tudo estará guardado e a recíproca é verdadeira.
Bom, voltando ao aeroporto, tentei com todas as forças ser forte e não deixar as teimosas lágrimas caírem enquanto estivesse na sua frente, afinal, partir nesse momento foi muito mais doloroso para você do que para os que ficaram. Tentei muito porque se minhas lágrimas caíssem as suas as acompanhariam e logo todos estariam chorando e nunca mais pararíamos de chorar pela saudade que já é grande.
Minha consciência voou para longe, buscando segurança, paz e um novo começo. Um novo cenário para os próximos capítulos da sua história que um dia ainda hei de colocar num livro impresso, para que todos que o leiam saibam do tamanho da sua força e reconheçam a grandeza que há em seu ser, que mesmo depois de tantas adversidades, mesmo depois de tantos obstáculos e perigos, ainda assim, sonha com dias melhores com a esperança de uma criança.
Eu queria poder estar com você hoje, conhecer essa nova cidade e comemorar o inicio desse novo ciclo de 365 dias em sua vida. Queria fazer uma espécie de ritual para deixar tudo de ruim para trás e começar uma nova história. Poderia ser escrever o que foi ruim num caderno, arrancar a folha, queimar e escrever as metas e sonhos em uma nova folha. Mas estamos em fusos diferentes até, muito longe para uma visita de cortesia sem um breve preparo financeiro antes, coisas da vida né?! Partiu ficar rica para te visitar!
Gostaria de desejar pessoalmente, em meio a um abraço, que você encontre a paz que tanto busca, que cresça profissionalmente onde quer que esteja, que esbarre com seu príncipe tupi (ou Tikuna, Kikama ou Cambeba, enfim, você entendeu) e que nesse encontro casual se encontrem e se reconheçam de fato. Que você tenha muitos momentos de alegria, mas encontre a real felicidade. Que as próximas lágrimas sejam apenas de alegria ou de tanto rir. Que você volte para nos visitar em breve. E que marquemos logo nosso mochilão.
Sabe, mesmo tendo consciência da sua ausência e do tamanho da distância, não consigo me entristecer, sei que foi a melhor escolha e sei que ainda vamos nos encontrar pela vida. E nesse encontro seremos as mesmas garotas do interior da graduação. Será como se não estivéssemos separadas por tanto tempo.
Só consigo pensar em coisas boas para sua vida: Banho de chuva e cachoeira, aventura, amigos de verdade, paz de espirito, amor (amor meeeeesmo)! Ah e nada de desmaios por ser contrariada, viu?! Controle-se, Mana!
Feliz aniversário, "Iracema", Muita luz para sua jornada minha amiga, nos vemos nas próximas esquinas.
Essa foto é só para rirmos de nossa cara mesmo hahaha

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Vééééia!

(Também conhecida como Edilene)

Conheci muita gente durante a graduação. Gente de vários lugares, várias histórias e sotaques. No meio do curso apareceu uma mulher, um pouquinho mais velha (mas nem parecia, a bicha é toda pra frente!) que a maioria das pessoas da turma e com uma vasta experiência de vida. Quando todos pensávamos em respostas óbvias para certos problemas ela vinha com uma visão completamente diferente, um ângulo que poucos utilizavam. Nas discussões quase sempre era do contra mas na maioria das ocasiões pensava e defendia o melhor para pessoas que não estavam presentes mas eram as mais interessadas: o paciente e sua família. Nós, que escolhemos cuidar do próximo, temos que ter essa visão geral, do melhor pro próximo, mas muitos ainda se alienam com pensamentos egoístas de notas e reconhecimento. 
A visão humana sempre foi o que mais admirei na Véia (apelidos que pode não parecer, mas é bem carinhoso, sim). Isso e sua força de vontade incomparável. Ela teve muitas oportunidades de abandonar seus objetivos mas mesmo assim foi em frente e nunca baixou a cabeça para ninguém. Atrevida que só ela, sempre defendeu as causas que achava justas e isso fez dela uma Pessoa Única. Alguém que de fato sabe o que é olhar para o próximo como se olhasse para sua mãe, filha ou neto. Alguém que quero levar sempre comigo como um modelo do bem e amor ao próximo.
Já faz mais de um ano que findou-se a convivência diária e  ainda sinto saudade dela. Dela e de mais um monte de gente. Mas acredito que pessoas assim são sempre presentes, nas lembranças, nos ensinamentos, em algum gesto. Sempre lembro dos meus amigos mas dela eu lembro sempre que vejo a almofadinha verde que fica frequentemente sobre minha cama. Um objeto cheio de significado e carinho, Uma lembrança que a faz sempre presente.
E porquê eu escrevi tudo isso sem que seja seu aniversário ou algum interesse pessoal? Simples: porque lembrei de você e senti vontade de te dizer coisas que pela correria do cotidiano sentimos/pensamos mas deixamo-nos calar. Não me calo, não mais, falo mesmo.
Véia, espero que a vida esteja sendo boa contigo, que você ainda seja a pessoa incrivelmente bem humorada que conheci, mesmo depois de plantões exaustivos. Que continue com sua sensibilidade e olhar ao próximo e  também com a língua afiada para dar patadas em quem merece, claro! hahaha
Te desejo caminhos de luz e alergia, minha amiga. Fique bem.



Essa foto é só para lembrar do dia da apresentação de boneca de pano, lembra disso? O MAIOR mico que paguei naquela faculdade kkkkkk e você tava lá comigo! :D

Aos anjos chamados "pais"

Este texto foi escrito com muito carinho e zelo em um momento especial, a missa em ação de graças por nossa formatura. Lembro-me que poucas pessoas sabiam que eu gostava de escrever antes do meu texto para a colação. Na mesma semana me pediram para fazer esse e foi uma verdadeira alegria poder homenagear aqueles que tanto fizeram para que pudéssemos desfrutar daquele momento tão especial, a conclusão da faculdade. Foi lindo, foi emocionante.


Esta é uma noite não só de celebração por nossa conquista, é principalmente um momento de comunhão com Deus e de agradecimento. Gostaríamos de agradecer a Deus por termos pais como vocês, que foram (e sempre serão) instrumentos nas mãos de Deus escolhidos a dedo para cada um de nós, para nos dar a vida e nos guiar pelos caminhos do bem e da verdade desde os primeiros passos. Não sou mãe ainda mas suponho que, não só a noite de hoje, mas no decorrer destas cerimônias, vocês estejam sentindo uma felicidade superior a nossa, isto porque ela é proporcional aos tamanho dos esforços e sacrifícios que fizeram para que este momento acontecesse (né Auxiliadora, Edson?!) Sabemos que abriram mão de muita coisa (sem reclamar), como seu Edmilson, Analine, para nos oferecer o melhor que pudessem e com a educação não foi diferente. Você riem nosso riso, choram nosso pranto e agora celebram as conquistas e superações.
Aqui há mães, como Luciene, Ana, que além do trabalho exaustivo de dois ou três expedientes, ainda conseguiram passar valores éticos e morais, e foram não só mães mas também pais e amigas. Essas mulheres, mesmo com tantas dificuldades nunca deixaram de sorrir com cada nota boa, cada pequena superação e agora estão conseguindo ver as vitórias dos seus filhos. Agradecemos à Deus por serem tão fortes e guerreiras.
Há também os pais que demonstraram seu amor e dedicação acordando de madrugada para fazer o café da manhã de seus filhos como a Marineide fez, ou dirigir 180 km do interior à Natal para que não perdessem aula, como Dária e Menezes. Pais que venderiam suas casas para que pudéssemos concluir o curso (graças a Deus não foi preciso, mas sei que fariam mesmo se fosse). Pais cheios de orgulho por seus filhos, como seu Veveto, e não negam isso a ninguém (e nem devem). Pais que são amados do tamanho do cururu (João Maria entende o que é isso né?), explico: é um amor tão grande quanto se pode imaginar, um amor impossível de ser descrito, apenas sentido.  
Pais que não costumam expressar o que sentem com palavras, geralmente demonstram com gestos, por exemplo, vou contar uma historinha para vocês: Seu Antonio Lemos (que já foi ao encontro com o Senhor), pai de um de nós, estava em uma ambulância rumo ao hospital após um atentado contra sua vida. Durante o caminho ele deu uma senha para esposa, dona Raimunda, e só fez um pedido: forme minha filha. Isso é muito forte, sei que vocês certamente fariam pedidos semelhantes em tal situação, pediriam por seus filhos. Sempre os filhos antes de si. São esses gestos que os tornam tão especiais. Pais que mesmo sabendo das dificuldades que são criar um filho desempenharam tal papel de forma exemplar, e eis a recompensa: Filhos que trilham pelos caminhos do estudo para a realização de seus sonhos (e em um mundo como esse deve ser lindo conseguir formar um filho, deve os encher de orgulho e sensação de dever cumprido).
Mesmo que às vezes tenhamos algumas desavenças e conflitos, mesmo chateados, no fundo sabemos que essa é uma das formas de demonstrarem amor e cuidado e que tudo é para o nosso bem e felicidade. Sem o apoio e intervenção de vocês, talvez não estivéssemos partilhando este momento. Sabemos que a estrada for árdua, (né Isabel e Reginaldo?), mas a jornada continua. Continuaremos lutando por nossos sonhos e contamos com o apoio emocional e financeiro de vocês (este último só mais um pouquinho, se Deus quiser!).
Não podemos deixar de agradecer aos que também desempenharam papel de pais: nossos queridos irmãos e avós. Dizem que avós são pais com açúcar, concordo. Tivemos avós amigas companheiras e mesmo as que não estão fisicamente presente, como a dona Agar, dona Marina e dona Luzia, certamente estão em festa no céu. Vocês estão sempre em nossas memórias e corações.
Eu gostaria de poder falar diretamente para cada um, pois sei que todos têm uma história de dedicação e renuncia em nome da felicidade dos seus filhos. Gostaria de poder abraçá-los e a agradecer, por nos proporcionarem tantas alegrias e amizades. Sabemos que não foi fácil mas vocês conseguiram, então, alguém já disse que os ama hoje? Em nome de todos os formando digo, pais, nós os amamos e somos gratos a Deus pelo privilégio de termos anjos em nossos lares, nos guiando e protegendo. Muito obrigada por acreditarem em nossos sonhos e sonharem juntos.

                                                                                                 
                                                                                                 18 de agosto de 2015 - Natal/RN

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Lição aprendida com sucesso

Oi professor! Espero que não esteja muito ocupado para ler isso, é que amanheci com uma vontade louca de te contar uma história e por sorte estou disposta para escrevê-la. Prometo tentar não tomar muito seu tempo.
Lembro-me que uma vez estávamos no lar geriátrico e eu atendia uma senhorinha meio mal humorada e indisposta que mal queria fazer as atividades propostas por mim. No começo eu ficava um pouco frustrada e pensava "poxa, demorei tanto para montar essa conduta só para ela...".
Quando fui descobrindo formas de convencê-la me sentia enfim a profissional que eu queria ser. Ali eu estava começando a me familiarizar com o outro, que é bem mais importante que a conduta certa. Trabalhar com pessoas vai além dos objetivos e condutas, tem muito mais a ver com a compreensão e aceitação aquilo que o outro é. 
Um dia essa senhora estava gripada e eu, que estava super animada pela aceitação dela, mantive a conduta e ao final você me chamou para uma "conversinha". 
No dia eu fiquei bem bad, confesso, afinal, eu achei está realmente fazendo o certo mas você disse-me que não. Pior!, que naquele dia eu não fiz nada para o bem estar da senhorinha a qual eu já tinha muito carinho. Disse-me que não fui atenta as necessidades dela naquele momento e algumas outras coisas as quais não me recordo. Bem, a vida seguiu. Formei-me há um ano e estou trabalhando.
Gosto do meu trabalho. Não tenho chefe, não sou obrigada a usar o branco impecável todos os dias e muito menos a atender as áreas que não gostava na faculdade. Pelo menos eu achei que não.
Atualmente, uma de minhas pacientes é uma senhora que sofre de dores articulares, principalmente punhos e tornozelos e estamos obtendo ótimos resultados, mas esse não é o foco da história. Há umas duas semanas ela me chegou relatando que não estava respirando bem, dormido muito mal e bastante gripada. Ali estava novamente: seguir a conduta que estava sendo boa ou tratar a necessidade dela no momento? Não pensei duas vezes, fui fazer condutas voltadas para o que ela precisava. Não, não gosto de respiratória mas aprendi as técnicas e fundamentos e tive a oportunidade de ajudar alguém com isso. Durante o atendimento ela disse sentir o "pulmão crescer" e entrar mais ar, no dia seguinte disse ter dormido bem e isso tudo me deixou feliz da vida! E devo isso a você, professor. 
Eu poderia mandar isso diretamente para você mas acho que a ideia principal dessa ladainha toda serve para outras pessoas também, afinal, aprendizado não precisa (nem deve) ser individual. As vezes recebemos lições que nem sempre gostamos, as vezes elas são duras e ferem nosso orgulho ou ego. As vezes não concordamos mas aceitamos mesmo assim. Naquele dia eu recebi uma lição e só após mais de um ano vi a moral e verdade que ela trazia. Nem sempre lembramos onde e com quem aprendemos uma boa lição. Dessa vez, por sorte, eu lembrei e não tenho vergonha alguma de admitir que errar naquele dia me fez levar uma bronca e um aprendizado para a vida toda.
Acho que as melhores coisas que aprendi na faculdade não foram os conteúdos das aulas, mas sim essa sensibilidade intrínseca a respeito do ser. É um jeitinho todo diferente, uma visão do todo, da Pessoa como uma unidade e não várias partes. Essas aulas eu tive, principalmente, com você, Angelo. Obrigada por isso.
Hoje amanheci com excesso da necessidade de gratidão e preciso espalhar. Acho que pessoas como você, professor, merecem reconhecimento pelo que fazem, não por nós, alunos, mas sim pelos que atenderemos num futuro não muito distante. E isso serve para todo e qualquer profissional que vá trabalhar com gente, direta ou indiretamente. 
Obrigada pela bronca, hoje ela serviu para que eu ajudasse a dona Laura, amanhã certamente entenderei uma lição ou outra das tantas que recebo diariamente desde que me entendo por gente, e poderei ajudar outras Lauras, Marias, Franciscos...


P.S.: Foi mal, não consegui ser sucinta como gostaria.
P.S 2: não consigo deixar de te chamar de Professor, vai ser sempre assim.