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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Caminhos do coração - Gonzaguinha

Há muito tempo que eu saí de casa

Há muito tempo que eu caí na estradaHá muito tempo que eu estou na vidaFoi assim que eu quis, e assim eu sou feliz
Principalmente por poder voltarA todos os lugares onde já chegueiPois lá deixei um prato de comidaUm abraço amigo, um canto pra dormir e sonharE aprendi que se depende sempreDe tanta, muita, diferente genteToda pessoa sempre é as marcasDas lições diárias de outras tantas pessoas
E é tão bonito quando a gente entendeQue a gente é tanta gente onde quer que a gente váE é tão bonito quando a gente senteQue nunca está sozinho por mais que pense estar
É tão bonito quando a gente pisa firmeNessas linhas que estão nas palmas de nossas mãosÉ tão bonito quando a gente vai à vidaNos caminhos onde bate, bem mais forte o coração (oi!)
É tão bonito quando a gente pisa firmeNessas linhas que estão nas palmas de nossas mãosÉ tão bonito quando a gente vai à vidaNos caminhos onde bate, bem mais forte o coração

domingo, 6 de janeiro de 2019

Escada à baixo... Luz!

Noite anterior tive uns sonhos interessantes, um deles foi numa igreja. Sonhei que eu ia a igreja com meu namorado, ela tinha uma recepção massa, iluminação legal, a decoração com paredes de tijolo, quadros, piso de madeira... poderia facilmente ser um barzinho estiloso ou um estúdio de tatuagem. Então nós descíamos por uma escada em espiral no sentido horário, de degraus íngremes, estreitos e bem distantes um dos outros. 
Lá em baixo o espaço era enorme, um pouco menor que um ginásio. Haviam várias pessoas de igrejas diferentes e estavam reunidas para organizar uma festa. O jogo de luzes e decoração já estavam sendo testados e organizados, as mesinhas de madeira clara com tampo redondo e vasinhos pretos em cima, muito charmosinho, ornamentavam o ambiente e acomodavam as pessoas. 
Aí alguém começava a ver o repertório da noite, a primeira música foi aquela que eu gosto “me leva pra casa” e todo mundo lá começava a cantar junto, a capela. Era lindo, muito lindo. Tinha uma energia surreal ali. Eu abraçava meu namorado e dizia que ia chorar se cantasse e acho que ele me incentivou a cantar. 
Sei que continuamos abraçados e cantando ao pé do ouvido (coisa que eu nunca fiz inclusive e lembrava no sonho que era a primeira vez que fazia) eu chorava (muito) mas me sentia, sei lá, bem ali. Tão lindo, um sonho tão detalhado, tantas sensações, aquela música... 💕

Ainda era madrugada e faltou energia, assim que despertei, voltei a dormir e esqueci o sonho. Lembrei dele só quando coloquei o Spotify para tocar e tava no ponto aquela música Abba, da Laura. Foi como sonhar tudo de novo, tão lindo, que sensação boa! 

sábado, 13 de outubro de 2018

Lugar de paz

Olhei minha casa e senti algo estranho: não tinha cara de casa. Na verdade, se pensar bem, eu não me sentia à vontade em nenhum espaço, então talvez fosse mais um problema meu do que da casa. Sei lá, essa semana o mundo tava tão no sense, com notícias que poderiam ser piadas se não fossem realidades trágicas que eu me senti fora do ar. Nada disso combina com o que acho certo, com o estado de paz que tento manter, com a vibração que eu tento levar comigo, em mim. São dias difíceis para sonhadores, para quem tenta acreditar que as coisas podem ser boas, que as pessoas podem mudar de forma positiva.
Bom, voltando a casa, ela estava de um jeito que eu não lembro de ter visto outra vez: Na sala haviam roupas em todas as cadeiras, poeira retratando que a casa não foi varrida essa semana; na cozinha tinha louça suja (tipo, uma semana), fogão engordurado, comida estragada na geladeira; roupa no chão do pequeno escritório, pastas e papeis espalhados, livros caídos da estante; e, por fim, meu quarto que estava empoeirado, cheio de roupas amassadas em uma pilha que acabou caindo algum dia e ficou espalhada pelo chão. Como eu estava vivendo aqui? Mais parecia uma casa abandonada. 
Eu levo em consideração uma teoria que li há alguns anos a qual afirma que minha casa (externa) é um reflexo de mim (internamente) e sempre que vejo uma bagunça a mais na externa, reflito e vejo que a interna também está precisando de uma ordem. Dessa vez não foi diferente e, ao me dar conta disso, me senti muito mal e incomodada. Feriado e final de semana juntinho é bom, né?! Vontade de viajar, aproveitar mas, eu não ia conseguir aproveitar nada enquanto não desse um jeito nessas minhas moradas. Fiquei em casa e foi uma ótima decisão.
Coloquei aquela boa playlist bem alta e cantei junto cada verso. Lavei louça, o fogão, a geladeira, separei e organizei as roupas, tirei a poeira de todos os moveis e coloquei objetos em seus lugares. Pensei no que está acontecendo lá fora, como isso tem me afetado e o que eu posso fazer para bloquear isso. Coloquei o lixo fora, cuidei das minhas plantas, fiz almoço e passei pano na casa. Acendi um incenso, tomei banho, abri uma cerveja e fiquei sentada no chão, olhando para minha casa. Ela estava um caos quando acordei e agora estava assim: cheirosa, aconchegante, limpa. Deu uma sensação de paz então sorri, orgulhosa e naquele momento eu relembrei que sim, da para consertar as coisas, dentro ou fora de mim, desde que eu respeite o meu tempo (e tenha uma boa playlist), da para ter um lugar de paz no meio de todo esse caos que estamos vivendo e enquanto eu mantiver as coisas em ordem aqui onde vivo, será mais fácil lidar com o que vem de fora, dos outros. 



A paz invadiu o meu coração/ De repente, me encheu de paz/ Como se o vento de um tufão/ Arrancasse meus pés do chão/Onde eu já não me enterro mais/ (...) Eu vim/ Vim parar na beira do cais/ Onde a estrada chegou ao fim/ Onde o fim da tarde é lilás/ Onde o mar arrebenta em mim/ O lamento de tantos "ais"
A paz - Gilberto Gil e João Donato

Vibes

O redator - Zimbra
Sintonia - Nx Zero
Meu vão - Phill Veras
Pensando bem - Tó Brandileone e Pedro Altério 
Tudo fora de lugar - Mariana Nolasco
Pra você guardei o amor - Nando Reis
Então você - Zimbra
Vou por ai - Angela Ro Ro
Agora eu quero ir - Anavitória
Sentimentos confusos - Raffa Mogi
Ausência - Marília Mendonça
Ainda não passou - Nando Reis
Breve - Zimbra
Pra você dar nome - 5 a Seco
Origami - Mar Aberto
O destino não quis - Maneva
Quem vai dizer tchau? - Nando Reis
Eu te amo e nem sei - Zimbra
Grito de alerta - Gonzaguinha
Acabou de Acabar - Phill Veras
O tudo, o nada e o mundo - Zimbra
Que amor é esse? - Zeca Baleiro
As canções que você fez pra mim - Maria Bethânia
Vou te escrever um rap - Atitude 67
Trem - Zimbra
Amianto - Supercombo
Fátima - Capital Incial
Por nós dois - Zimbra
Baby eu queria - Nando Reis

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Nota de pesar

Cá estou olhando para minha estante, cheia de livros não lidos que eu quero ler mas não consigo. É estranho lembrar que eu era uma leitora ávida e agora me sinto sem capacidade de ler um livro de 400 páginas (que outrora me era sedutor). Escrever também não é mais uma realidade, ainda que eu tenha muitas palavras e sentimentos para colocar para fora, está tudo acumulado aqui e sem data para ir embora, infelizmente.
Sabe, o que era natural parece não se encaixar mais e isso até dói pois muita coisa me fazia bem. Eu não sei... tô perdida de mim e essa sensação só piora quando olho para a realidade do nosso país, das pessoas que nos rodeiam e se dizem de bem mas abraçam e cultuam o que é mal. Eu não entendo. O mundo está ao contrário e ninguém reparou.
E, sabe, está difícil sonhar e vibrar positividade nesse cenário cinza de puro caos, suor e sangue.
Se alguém me achar por aí, me devolver pra mim.

Tudo passa, tudo passará. 
E nossa estória, não estar 
Pelo avesso assim 
Sem final feliz. 
Teremos coisas bonitas prá contar. 
E até lá vamos viver 
Temos muito ainda por fazer. 
Não olhe para trás 
Apenas começamos 
O mundo começa agora 
Apenas começamos.”


P.S.: o livro segue fechado.

terça-feira, 6 de junho de 2017

A Dança da vida e a arte dos reencontros

Senta ai, perceba sua respiração e vamos falar sobre biodança. 

Na verdade, eu vou falar um pouco sobre uma vivência e espero conseguir metamorfosear isso, transformar em palavras e te fazer sentir o que senti (meta extremamente difícil).

Para quem não sabe, biodança (ou dança da vida) é uma prática que proporciona o encontro de pessoas com um grupo e com si, além de estimular sentidos e sentimentos através da música. A cada melodia uma nova linha de vivência pode ser estimulada/trabalhada. 
Há vários momentos, com vários ritmos também, uns em grupo, em dupla, ou individuais; a cada troca, era possível perceber o coração pulsar sangue por nossas veias e artérias, sentir o ar entrar e sair dos meus pulmões, sentir minhas pernas sedentárias reclamarem das minhas pequenas extravagâncias, sentir coisas que eu não sinto, ou dou pouca atenção quando sinto. Um dos momento que provavelmente vou guardar por um (bom) tempo foi o de uma melodia lenta e individual no qual nos portávamos sozinhos de olhos fechados e lentamente nos espalhávamos no ambiente, até estamos espalhados no chão, vários corpos se encontrando (com si e com o outro). Ao final nos reuníamos no centro e ficávamos sentido ali, simplesmente sentido: a música o toque, o chão frio, um carinho aqui, outro ali ao som de músicas de ninar. 
Sabe, eu tinha uma tia que durante minha infância sempre nos cantava músicas e inventava brincadeiras para nos entreter, ela era divertida apesar das muitas tristezas e problemas de saúde. Com o passar do tempo ela se mudou e nós nos afastamos, coisas da vida. Há uns 2 anos fui visitá-la e ela se quer me reconheceu, estando completamente imersa numa realidade só dela, até que há uns 10 dias às 6 da manhã recebi a notícia que ela havia falecido. Não foi realmente uma surpresa, afinal, ela estava em coma a cerca de 1 ano, já não se expressava, estava nos deixando. Até o momento daquela cantiga de ninar começar eu não havia me dado conta que não tinha chorado, sentido a falta dela, então, ali deitada no meio daquele emaranhado de corpos eu ouvi aquela cantiga que ela cantava e... chorei. Permiti-me as lágrimas, assim como fiz com o riso. Permiti-me sentir, liberar sentimento contido que até então eu não sabia estar contendo. Perceber isso foi como tirar uma venda, como abrir uma janela (interna ou externa?), quanta coisa podemos conter por hábito do cotidiano? Quanto cabe em cada pessoa? 
Chorei no chão e no momento seguinte, quando estávamos numa roda, abraçados pela cintura e embalados com uma música de aconchego, eu soluçava de tanto chorar e não me importei com isso (diferentemente da minha versão anterior, que era a versa a tais expressões). No fim das contas eu me senti bem, percebi que tenho me afastado muito de mim, de quem quero ser, entrado cada vez mais num piloto automático. Estar ali, hoje, me proporcionou um reencontro comigo mesma, olha... eu nem sabia que estava com tanta saudade de mim!  
A vivência da biodança enfatiza o toque, o se sentir, sentir o outro, encontros (externos e internos), relaxa e nos tira dessa rotina que muitas vezes nos suga, leva nossa energia vital e positividade. No mais, obrigada a todos os presentes por participarem desse momento de tamanha leveza e reencontro. Até a próxima!

"Música é um relacionamento que nunca vai te decepcionar
Um portal que conecta o corpo, a alma, a vida
É o que me faz acreditar nas pessoas ainda"
Sérgio Dall'Orto

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Fotografia

O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia

As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar

Quando as sombras vão ficando compridas
Enchendo a casa de silêncio e preguiça
Nessas horas é que Deus deixa pistas
Pra eu ser feliz

Leoni

domingo, 20 de março de 2016

Don't stop the music

Limpando a casa, me dá uma vontade louca de dançar. Vassoura vira microfone e almofadas viram plateia. É simples, leve, suave. Gostoso sentir a música assim. Uma vontade incontrolável ao sentir cada acorde, cada nota alta cantada. Não basta cantar e fechar os olhos; dançar também se faz necessário, o corpo também quer se expressar. 
Outro dia li um texto o qual dizia que devemos procurar um amor que sinta a música. Acho que sou do tipo que sente ao extremo. Do tipo de dança até no supermercado, do tipo que canta com o carro de som que passe na rua tocando uma música boa ao fundo do anúncio. Uma daquelas pessoas que canta, dança não importa onde, nem se vão rir. Eu não sei dançar, mas sinto a música e não me envergonho disso.
É essencial, quase óbvio, expressar o que aqueles acordes me fazem. Me fazem bem. Alegram a alma, entendem os sentimentos (sejam eles quais forem). Sem a música eu seria, certamente, uma pessoa triste, vazia, perdida. Não seria eu inteira, seria uma metade oca. Preciso ser eu completa, com cada passo desastrado, com cada frase desafinada, com os sorrisos somados ao arrepio na pele e olhinhos fechados. A alma sendo saciada pela música.


"Música é o relacionamento que nunca vai te decepcionar
O portal que conecta a alma ao corpo, dá vida
É o que me faz acreditar nas pessoas ainda"

Um dez! - Sérgio Dall'Orto

segunda-feira, 7 de março de 2016

Just Dance

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Nos tempos de escola, todos os alunos eram obrigados a realizar duas atividades extracurriculares à tarde. Em alguns anos entrei no jornalismo, xadrez, capoeira, vôlei, teatro e dança. Nenhuma das escolas teve vida longa. Amei a capoeira e ainda penso em voltar, mas quase todos os anos eu entrava na dança, embora desistisse depois de várias faltas.
Tudo bem, ainda fiz algumas apresentações, mas nunca tive muito jeito... Odeio coreografias. A dança é o corpo cantando. Não se regra o canto, apenas o solta.  Liberta-o. A dança é a expressão não-falada do que a música faz. Passos afinados, giros soprados, piruetas combinadas ao solo de sax. Tudo faz parte de uma atmosfera à parte, só quem ama a música entende.
Image result for dança expressivaNão dá pra entrar na música, entrar de verdade, sem cantar, sem sentir ou se mexer. Nem que seja a cabeça pra frente e pra trás, ou os dedos batucando a mesa ou as mãos num solo incrível que sai de uma guitarra invisível. Há de se sentir.
Ainda não aprendi a dançar, mas não resisto a uma boa batida. Danço, não por saber, mas por sentir e precisar expressar mais do que sorrindo, cantando. Preciso vibrar com tudo que tenho e admiro que consegue isso com mais graça e desenvoltura do que eu. Um dia, quem sabe, eu aprendo uns passinhos ritmados mas, até lá continuando dançando, assim, do meu jeito meio sem jeito.


''Fui me perguntar, mas perguntar pra quê? eu só consigo sentir... Não tem nome, só tem sentido,"
Saulo Fernandes

Sobre um cara que floresce


Lembro-me que na época em que o download virou febre eu trocava muitas músicas com meus amigos. Entre essas trocas uma amiga me veio com a Banda Eva. Sim, eu já havia ouvido há muito tempo, na época da Ivete, uma vez que meu pai tinha um disco em casa, porém as músicas que ela me indicou eram cantadas por um cara, um tal de Saulo Fernandes. Nunca tinha ouvido falar, mas gostei das músicas. Montei uma playlist com umas onze, doze músicas e ouvi por um tempo. Eram boas mas não me tornei fã.
Depois desse primeiro contato, já esbarrei com a voz de Saulo outras vezes, por indicações de outros e fazendo parte da minha trilha sonora em momentos específicos, mas foi o Baiuno que me aproximou de vez. Esse álbum traz muito mais que música, Traz a essência de Saulo e da Bahia, ou vice-versa, tanto faz. Há beleza branda, simplicidade, pureza, alegria, luz e amor, muito amor. É simplesmente lindo e eu, como fã assumida de música boa brasileira, não pude resistir e me apaixonei logo nos primeiros acordes. Para completar vi alguns vídeos de músicas, shows e entrevistas de Saulo e constatei que ele é um cara especial.
Na maioria das vezes usava roupas largas em tons claros e chinelos. Falando ele mais parecia declamando poesia: baixo, suave, sem pressa e carregado de sotaque. Um cara simples, humilde, mais que tudo isso um cara humano. Não, eu não sou tiete, não sei da história dele, muito menos de todas as música, álbuns e agenda de show. Sei muito pouco na verdade, mas me encanta a leveza dele e principalmente sua sensibilidade. Ele sente muito tudo ao seu redor e consegue filtrar e canalizar sentimentos bons através de sua música. E num mundo como o nosso, sentir é algo tão raro que impressiona. Hoje em dia a grande maioria da população está completamente insensível as dores do próximo e aos absurdos causados pela falta de respeito e amor. 
Saulo mostra, sem querer (ou querendo mesmo), que o mundo tem jeito. Mostra que amar seu povo e suas raízes te fazem entender muito mais de si e do mundo que você está. Mostra que o saber, educação e gentileza fazem diferença e que o bem que você faz sempre volta pra você. O universo realmente presenteou o nosso povo quando nos enviou um cara com tanta alegria, sensibilidade e simplicidade justamente nessa época de metralhadoras, falsetes, menor de idade matando por trocado e político com amnesia absurda.
Nosso país tem sim músicos fantásticos mas conheço poucos caras, com a projeção dele, tão simples. A maioria ou torna-se soberbo por saber que é bom ou que compõe duas ou três músicas de sucesso e já se consideram melhores que Cartola ou Caymmi.
Amo música e sempre que posso procuro saber sobre seus compositores, cantores, a história. O processo que há por trás da criação me encanta tanto quanto ou mais que a composição em si. A essência das pessoas me fascina, acho que já comentei isso aqui. É compreender o lado de dentro.
Ir a um show de Saulo e vê sua luz brilhar de perto, vê ele fazendo aquela mágica de levar amor e leveza através da voz me encantou demais. Repetiu o coro em favor da alegria. Fez florescer sorrisos. Onde ele estiver haverá carnaval.

É um grande orgulho (e alívio) saber que existe pessoas como ele, tão singulares e diversificadas ao mesmo tempo. 
É tempo de se fazer prece ao coração.
Enraizar e emanar o bem. 
Levar luz.
Axé!


Por onde for floresça
Serena que nem água de poço
Risque a palavra feia
E que não falte fé

Converse com o céu
E convença o universo
A girar no seu tempo
Por onde o vento assoviar

Navegue em maré que flui
Como cafuné em silêncio
Ama o sol que é tão bonito
E ainda acredita no mundo
Que o amor é a melhor companhia
E a luz do abraço cresceu o desejo
De eternizar a respiração
Por onde for... será seguro
Estarei com você

E tudo que a gente aprendeu é liberdade
Por onde for... leve seu guia... o coração
Floresça - Saulo


Axé: saudação utilizada para desejar votos de felicidade e boas energias.